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Resumo_Lápis, papel e computador

Page history last edited by Marcelo 2 years, 11 months ago

PÓLO: São Leopoldo

INTERDISCIPLINA: Seminário Integrador VI

EQUIPE: Professores Marie Jane Soares Carvalho, Leonardo Porto

e Dóris Maria Luzzardi Fiss

Tutoras Cátia Zílio e Fabiane Penteado

1º ENCONTRO PRESENCIAL – 18 de março/2009

RESUMO DE TEXTO

Por Grupo PA – Stress

Andréia Nunes,

Marcelo Schneider,

Marci Rysdyk,

Maria Angelica,

Simone Moura.

Lápis, papel e computador

Novas tecnologias podem ajudar a modernizar a educação no Brasil. O país está

pronto para elas?

GISELA SEKEFF

               Estudantes brasileiros, de escolas públicas e privadas utilizam o computador como instrumento de educação para sua aprendizagem. Essa ferramenta transforma a realidade do aluno tornando-o protagonista de inovações tecnológicas a partir de pesquisas na internet ou confecção de robôs, incorporando uma tendência mundial ao ensino regular.

               Essa realidade não é generalizada no Brasil, apesar de esforços do governo federal de equipar  escolas públicas com computador e internet (deverão ser mais de 56 mil, até 2010), o custo é grande obstáculo para que os estudantes brasileiros estejam a níveis de países como Estados Unidos, Canadá e Coréia do Sul,onde os índices de aprendizado em leitura, escrita e matemática alcançam grande percentual.

                 Essa transformação se deve ao número de computadores por aluno nesses países – média de 3 por criança – no Brasil, é um por 50, além do que, especialistas afirmam que os professores ainda não sabem tirar proveito do computador como ferramenta de educação. Visto que 70% das escolas públicas não tem computador e as que possuem praticam em sua maioria apenas aulas de informática, deixando os laboratórios fechados para outras aulas.

É certo que muitas iniciativas  servem de exemplo, mesmo porque são os estudantes que falam do computador: “- ...quando vou para uma aula onde preciso usá-lo, fico muito mais interessada em aprender.” (“Rejiane da Silva, 14). E é preciso incentivar uma “geração que nasceu na era da informática para que possa pensar de forma digital” (John Brown), para que possamos participar da revolução científica que já iniciou há 300 anos.

 

Comments (1)

marcia rysdyk said

at 2:10 am on Mar 18, 2009

OI, MARCELO, GOSTEI MUITO DO TEU RESUMO. ESTÁ SUCINTO E BEM CLARO.
UM ABRAÇO,
MARCIA

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